Os 3 erros culturais mais praticados na Captação de Recursos

Segundo a ABCR, Associação Brasileira de Captadores de Recursos, captar recursos é, uma competência estratégica e fundamental para a sustentabilidade financeira das Organizações da Sociedade Civil, as OSCs. E uma das principais ferramentas de trabalho do captador de recursos é um bom projeto.


Para que analistas de projetos, gestores e captadores de recursos tenham embasamento e clareza na hora de elaborar e analisar projetos, a Escola Aberta do Terceiro Setor está oferecendo o curso on-line e gratuito Elaboração de Projetos, com o professor Ricardo Falcão. Este curso visa ensinar, de maneira didática e objetiva, as etapas para a elaboração de um projeto, envolvendo o seu gerenciamento e a captação de recursos, desde a concepção da ideia até a avaliação final.


Ricardo Falcão é economista, professor e consultor internacional com 50 anos dedicados ao gerenciamento, elaboração, avaliação de projetos, captação de recursos e financiamento na iniciativa privada. É também autor do livro Elaboração de Projetos e sua captação de recursos.


Logo no começo do curso, Ricardo pontua os 3 erros culturais da captação de recursos e destaca que esses sérios problemas devem ser pensados e resolvidos antes de começar a escrever os projetos. Mas afinal, quais são esses problemas culturais? Vamos entender.


O primeiro erro é: Vender Miséria

“Na nossa cultura temos o apelo do “por favor, me ajude!”. Dessa maneira pratica-se o pedir esmola com a apresentação do fracasso. Ninguém gosta e nem quer participar de algo sem sucesso. Precisamos mudar a mentalidade, entender doação como investimento social. Se você busca êxito, mostre sucesso, comece a pensar grande. Pense em investimento e não em esmola”, chama a atenção o professor.


Improvisar é o segundo erro

“O segundo problema cultural é o tal do improvisar, o famoso “dar jeitinho”. Muitos se orgulham dessa cultura, mas isso representa a inabilidade da cultura do planejar. Nada que não é planejado sai bem-feito, o dar jeitinho é o feio ajeitadinho. Se você quer algo bem-feito, planeje, não improvise”, adverte.


E o terceiro erro: amadorismo da Atividade Meio

“Para executar a atividade fim das instituições todo mundo é preparado. Mas e as atividades meio? Os profissionais têm formação e especialização? Não adianta garantir o profissionalismo apenas nas atividades fim. Recomendo que os gerentes façam cursos gerenciais, e departamentos como: marketing, contabilidade, enfim, cada setor esteja capacitado com equipe adequada e com formação para tratar a área com profissionalismo”, pontua.


Para acessar o conteúdo completo do Curso Elaboração de Projetos, inscreva-se em ead.escolaaberta3setor.org.br. Na plataforma da Escola Aberta do Terceiro Setor você encontra este e números outros cursos gratuitos que podem ajudar você e sua equipe a melhorar a gestão das suas entidades. Aproveite a oportunidade e aprenda mais.